LES LANGUES ORGANISENT LE MONDE

 

 


El capital (inter) lingüístico como determinante de las movilidades espaciales y virtuales

 

 

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As línguas servem para organizar o mundo

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Por Paôla Oliveira

A língua realmente ficou afiada depois da palestra do professor em Ciências da Linguagem, Patrick Chardenet, nesta quinta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. O Museu das Minas e do Metal não poderia deixar de homenagear as mulheres presentes na palestra e entregou um botão de rosa para cada uma que prestigiou o programa. O especialista francês, que também está à disposição da Agência Universitária da Francofonia, abordou como há interesses compartilhados entre a lusofonia e a francofonia pela própria herança latina do português e do francês. “As línguas são classificadas em famílias e fechadas por fronteiras, mas a internacionalização das atividades humanas tem como conseqüência a internacionalização das línguas também. É a globalização. As línguas servem para organizar o mundo, mas é necessário organizar o mundo das línguas também, conhecer sua realidade, suas relações reais”, disse Chardenet.

Patrick explicou como é importante considerar a realidade sociolingüística dos falantes de uma língua e trouxe dois exemplos durante a palestra. “O Russo, por exemplo, até a Queda do Muro de Berlim, era considerado um idioma de nível mundial e atualmente já não é mais. A língua japonesa também não é tão expressiva se considerarmos a força e a potência do Japão”, falou. Patrick Chardenet ainda enfatizou como a rapidez dos meios de comunicação, dos fluxos de transporte e a consolidação da internet contribuíram para a interculturação e o interlinguismo. “Os homens nunca foram tão móveis. Em 1965, cerca de 45 milhões de pessoas viviam fora do país de origem. Em 2002, esse número subiu para mais de 180 milhões. O mundo tem cerca de 30 milhões de refugiados, 50 milhões de pessoas falam espanhol nos Estados Unidos. Em 1950, 25 milhões de pessoas viajavam a nível internacional e, em 2007, 897 milhões de turistas. Todas essas pessoas entram em contato com vários idiomas”, exemplificou com dados.

O grande mote da palestra de Patrick foi a pergunta que ele mesmo lançou aos participantes no final de sua apresentação: como fica o sujeito cidadão entre interculturação, interlinguismo e identidade? Chardenet falou sobre a identidade global do sujeito e brincou que fica cada vez mais difícil responder a pergunta: “Where do you come from?” (De onde você veio?). Essa pergunta foi seguida por várias outras ao final da palestra, com a participação ativa do público, entre elas: “O que vamos falar em 2100?” e “O Brasil prepara seus jovens para os desafios da globalização lingüística?”. Chardenet foi enfático ao responder que é uma decisão política o Brasil fazer seus jovens falarem de três a quatro idiomas, ainda enquanto crianças. “O investimento deve ser na educação básica”, disse. Nathália Ramalho, estudante de Design da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), ficou sabendo da programação pelo nosso BOLETIMMM eletrônico e veio conferir a homenagem do MMM à lingua francesa. « Sempre me interessei por outros idiomas, especialmente o Francês. Atendeu minhas expectativas: a palestra foi clara, objetiva e as perguntas feitas no final foram muito interessantes », opinou a estudante ao deixar o MMM.

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Mondialisation et commerce des langues

Patrick Chardenet Volvio a la Alianza
En el marco de los festejos del 50º Aniversario del Profesorado de Francés de UADER, Patrick Chardenet dio una conferencia el 12 de octubre en el Salón “Amelia Grossemy” de la Alianza Francesa.   La Facultad de Humanidades, Artes y Ciencias Sociales de la  Universidad Autónoma de Entre Ríos celebra los cincuenta años de la creación del Profesorado de Francés, el cual comenzó a funcionar en abril de 1960. Una de las actividades previstas para los festejos es la Conferencia que dictará el Profesor Chardenet  “Mondialistation et commerce des langues”.   La Alianza de Paraná está orgullosa de haber tenido como director al profesor desde 1990 a 1994 y, en la actualidad, abrir las puertas de la institución para recibirlo nuevamente.   “Tu es une rencontre éternelle entre l’adieu et l’adieu” (Eres un encuentro eterno entre el adiós y el adiós).   Esta cita que aparece en su libro de poemas, “Damasquinage”,  es Patrick. Ha recorrido buena parte del mundo y nada ni nadie le es ajeno. Jovial, cálido y vibrante, dejó, en su paso por la Alianza, a amigos y a una visionaria idea de las instituciones, además de su contagiosa y fascinante  pasión por las palabras.   Palabras como briznas entretejidas que dejaba aquí y allá para que siguiéramos su rastro sin que se detuviera en su camino.

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uaderPour lire le document d´accompagnement de la conférence, cliquez sur le logo de l´université.

 

 

 

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Questions sur la place et les rôles des départements de langues dans l’internationalisation des universités

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Espaço Universidade Federal de Viçosa (Rua Sergipe, 1087, 9° a, Belo Horizonte – MG02 e 03/09/2010)

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L´intercompréhension facteur de démocratie dans l´intégration européenne


Vozes em intercompreensão Voces en intercomprensión Voci in intercomprensione Voix en intercompréhension Voci în intercomprehensiuneГолоса межъязыкового пониманияStemmen in intercomprehensie Voices in intercomprehension Sprak utan granserStimmen in der Interkomprehension karşılıklı anlamlar arası sesler

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Séminaire Galapro (voix en intercompréhension)

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Qu’est-ce-ce qui nous séduit dans l’intercompréhension ? Quelle est la valeur éducative, sociale, politique, de cette notion ? Pourquoi on en parle autant en Didactique des Langues ?

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Seminario Políticas públicas lingüísticas

 

 

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Seminario “Políticas Públicas para la Enseñanza de los Idiomas”

El viernes 11 de abril de 2008 de 9:30 a 19:00 hrs.

Universidad Metropolitana de Ciencias de la Educación, Santiago (Chile)

Conferencia

Políticas Lingüísticas en el marco de las integraciones globales y regionales : Interculturación e interlingüísmo

Patrick CHARDENET

(Université de Franche Comté)

Agence Universitaire de la Francophonie
Directeur délégué- Langue française, diversité culturelle et linguistique

Quería recordar que en 1999, en Rio de Janeiro, Carlos Fuentes recibía el primer Premio de la Latinidad asignado por la Academia francesa y la Academia brasileña de las Letras anunciando: « El mundo del siglo XXI será migratorio o no será ; el mundo del siglo XXI será mestizo o no será ». Migraciones y mestizaje, es una de las conséquencias de la mundialisación que se opone al monocultural y al monolingüismo. Entre el universal y el particular, entre el global y el local, se nos condena al movimiento y debemos hacer de las dificultades, las fuentes del desarrollo y del humanismo.

 Pero, bueno … esto, es del discurso.No basta con adherirse intelectualmente a la diversidad para estar seguro que constituya un recurso productivo. Tenemos que muestrar en qué y como, la diversidad linguística es mejor que el monolinguismo, que el plurilinguismo productivo, no es solamente el inglés para la globalización, y el português par la intregración regionale (esto es solo responder al mercado, no planejar une politica para el futuro, ya que no sabemos si el inglès de hoy no será dominado o mestizado por el español, o si el chino mandarino no será en competición par ser la hyper-lengua de mañana).

 A través de algunos ejemplos, algunos comentarios y puntos de reflexión, espero alegar esta necesaria implicación de los docentes de lenguas, de los administradores de establecimientos escolares, de los responsables de los sistemas educativos.

 Para eso me gustaria llamar la atención sobre dos conceptos:

  • el concepto de interculturación,

  • el concepto de interlingüismo.

¿ Qué es la interculturación ?

Proceso pragmático por el cual las sociedades humanas enfrentan, asocian, uniforman y diversifican sus métodos de producción, sus informes sociales, sus saberes cienctíficos, sus técnicas, sus productos, sus actividades y sus comportamientos.

 Unos exemplos emblemáticos a través de las comidas:

-las bebidas gaseosas de invención norte-americana fueran exportadas en todo el mundo, copiadas (Inca Kola en Péru; Méka Cola en Francia como bebida sin alcol para los musulmanos) y diversificadas en base de algunos recursos locales como el Guarana en Brasil).

-la pizza napoletana, la crêpe bretonne y hoy los sushis japoneses aqui y alla no son exactamente los mismos, se extienden y se adaptan a los gustos y a los recursos locales, como la World music norte-americana capta los instrumentos, los ritmos de Africa, de Asia, de Sulamérica, para intergrar los en la producción de música industrial mundial.

 Es el caso en general de los modos de vida, de las expresiones culturales quiénes obran recíprocamente entre ellos : como la historia del tango entre Argentina, Francia y Japon. Estos objetos reflejan el social, y lo construyen también, son actantes sociales, éconómicos y tambien semióticos.En un mundo abierto para la circulación de los bienes y servicios. En este mundo donde los flujos de población y los flujos de comunicación se aumentan, existen espacios para interacciones que favorecen una interculturación.

Ahora,

¿ Qué es el interlingüísmo ?

Proceso por el cual, a través de los oradores y sus lenguas están en relación, de ignorancia, de contacto, de influencia, de soberanía, de coexistencia las unas con otras. Juntamos como ejemplos unos efectos de interculturación con interlingüísmo :

  • la historia del « jean denim » o « blue jean » hecho en los Estados Unidos y difundido en todo el mundo a partir de un tejido azul fabricado en Nimes, ciudad de Francia ;

  • el interlingüísmo, es tambien la creatividad neológica producida por los jovenes a través los medios de comunicación electrónicos, como la translación hecha por los jovenes del Líbano de los caracteres árabes, en los caracteres latinos con los telefones celulares para enviar mensajes textuales.

Pero el interlingüísmo fue desde siempre hasta el dia de hoy : el italiano y el francés como criollos del latín que tuvieron éxito, tienen relaciones de influencias recíprocas; el español que ha sido influido mucho por la lengua árabe, el inglés que ha sido influido por el francés, el indonesio que fue construido a base del malayo (…)

 Finalmente, podemos decir que interculturación e interlingüísmo forman parte de la humanidad, que en una cultura hay varias culturas y varias nuevas culturas potenciales, que en una lengua hay varias lenguas y varias nuevas lenguas potenciales. Así los criollos a base de lenguas latinas son muy productivos en Caribe, Africa, y podemos considerar el spanglish que se desarolla en los Estados Unidos, como un tipo de criollo. Como podemos considerar lo mismo par el idioma a base de fusión entre español, portugués y guarani en el espacio trans- fronterizo de Argentina, Brasil, Paraguay e Uruguay.Para resumir estos dos conceptos (un, la interculturación, de tipo antropológico, y el otro, el interlingüísmo, de tipo sociolingüistico), queria enfatizar un exemplo en el campo de la comunicación internacionalizada. Si la perfumeria francesa representa un lugar de expresción de lainterculturación, provoca tambien al interlingüísmo representado por el poder de captación del globish (global english) : así no intente comprar en un duty free shop de aeropuerto el perfume famoso de Dior, pidiendo « Poison » (en francés). Just ask for « Poison » (en inglés).

 Despues de esta introducción, propongo de desarollar algunas reflexiones sobre las acciones humanas sobre las lenguas.

1. Las acciones humanas sobre las lenguas

El plurilingüísmo es un estado de hecho de la humanidad. No solamente porque cada pais tiene una, o varias lenguas nacionales o oficiales, pero tambien porque son muchos los idiomas que están en actividad real, cada día en cada país. Si se podería hacer una relación de todas las lenguas utilizadas (idiomas hablados, idiomas escuchados, textos prodizidos, textos leídos) en un día en cualquier país en el conjunto de la población que se encuentra en este momento en este país, se podería muestrar claramente que no hay país monolingüe.

Así cada idioma esta en relación co los demas otros idiomas, y forman un sistema gravitacional de lenguas. En el dia de hoy este sistema puede ser representado asi :

  • una sola lengua hyperdominante,

  • algunas langues internacionales superdominantes,

  • varias lenguas dominantes nacionales y transnacionales,

  • centenas de lenguas dominadas por ser las de comunidades autochtonas o de emigrantes,

  • centenas de lenguas autónomas (las que son más o menos equipadas con gramáticas, con diccionarios, con bases de datos terminológicas, de métodos de aprendizaje, de centros de enseñanza),

  • y todas las otras lenguas hyperdominadas, la mayoria de los 6 a 7000 idiomas del mundo que son habladas por poca gente, que no son bien descritas.

Este estado de hecho puede ser definido como gravitacional porque, si el 90 % de los idiomas son hablados por menos del 5 % de la población, el peso delas lenguas ellas unas por otras, el movimiento de la lenguas ellas unas por otras, varían en el tiempo, varían en el espacio (según las regiones del mundo), varían en los contextos según los espacios de interlocución (un país, una empresa, una red de autopistas o de ferrocariles internacionales, un foro internet). Entonces podemos decir que a través de estos espacios de interlocuión variable, son las acciones humanas de todos los dias que influyen :

  • las que favorecen las relaciones interlinguísticas (como los diversos tipos de migraciones humanas, como el aprendizaje de los idiomas, como el “zaping” entre los canales de TV, como la navigación sobre la Internet y como las politicas linguísticas);

  • las que favorecen a una tendencia al monolinguismo a través de la relaciones economicas.

Tiene de todo en este mundo, tendencia al pluri-, tendencia al mono-. Pero como lo dice el escritor caribeño francófono Edouard Glissant, toda nuestra educación nos prepara para desarollar valores a partir de nuestra tierra de nacimiento, de nuestra familia, de nuestra manera de vivir. Lo que favorece una percepciónuna percepción del mundo a partir de sí mismo y no a partir del otro. Es esto que nos da la sensación del estrangero, de las lenguas como extrangeras. Pero si la globalización acelera el ritmo, este mundo nos condena desde hace mucho tiempo a encontrar al otro, y a los otros, a recibir al otro, y a los otros, a buscar al otro y a los otros destruyendo cada día más los límites edificados tambien por la historia.

 Hay 1,8 millón de años, Homo habilis dispuesta del lenguaje articulado y vive en pequeños grupos que necesitan un principio de organización social. Alrededor de -400.000 a – 300.000 años, Homo erectus es el primer hombre que viaja: yéndose de África del este, él va así a colonizar Europa, el Oriente-Medio, la Asia.

 Una teoría interesante apareció hace algún tiempo sobre el origen del lenguaje y propone establecer un vínculo entre el enfoque del individuo en su medio natural (que estudia la étología) y el enfoque de la lengua como medio de organización social (que estudia la sociología). Según el especialista del comportamiento Robin Dunbar, el tamaño de las coaliciones pasó a ser, en nuestros antepasados homínidos más importante que en otros primates lo que condujo a desarrollar medios de comunicación adaptados al tamaño de estas asociaciones : del grito inicial, hacia la Internet. Hablamos ya que seríamos una especie política. La búsqueda de alianza como factor observable en todas las sociedades humanas y muy pronto en la vida social joven del niño muestra como los humanos tienen una fuerte propensión a formar coaliciones par aliar se a los otros: grupos, familias, clanes, tribues, pueblos, ciudades, grupos de jovenes, grupos profesionales, sindicatos, partidos …

 Nuestra especie sería pues Homo politicus antes de ser Homo loquens, para poder hacerse Homo economicus con el fin de producir e intercambiar bienes y servicios en comunidades siempre mas anchas.

 El mestizaje del que habla Fuentes es finalmente muy antiguo ya que comienza con la circulación de los seres humanos desde la cuna africana hace dos ciento mil de años y sigue hoy con la mundialización de los intercambios. En ningún momento la mayoria de las lenguas-culturas humanas que se desarrollaron, permanecieron en una pureza genética y cultural que la habrían condenado al suicidio.

 Ahora queria abordar el tema de intregrar-se en el mundo con los idiomas.

2. Intregrar-se en el mundo con los idiomas

No se trata de ser pro- o contra el plurilingüísmo, ya que el plurilingüísmo es un estado de hecho. Entonces, los efectos implícitos explícitos de las acciones humanas sobre y con las lenguas pueden ser:

  • de preservar el sistema gravitacional de las lenguas tal cual,

  • de arreglar el sistema gravitacional de las lenguas.

 Preservar el sistema gravitacional tal cual, es decir aceptar la desparición de 90% de los idiomas del mundo en este siglo (el promedio dedesaparicición es de quasi dos idiomas por mes).

 Preservar el sistema gravitacional tal cual, es decir favorecer la concentración lingüística (concentración del saber producido y del acceso a la información y al saber, en pocos idiomas).

 Entonces, la pregunta es, como arreglar el sistema gravitacional ¿

 Yo queria, en el marco de este seminario, concentra la respuesta en relación al aprendizage de los idiomas y hacer quatro propuestas.

 Primero, ja considerar la actividad laboral de profesor de lengua como una sola profesión, cual sea la lengua que cada un enseña.

 Segundo, juntar los departamentos universitairios de cada lengua en un solo departamento de lenguas, incluando el español y las lenguas autochtonas, para formar los professores de lengua, los traductores y agregar progresivamente los nuevos campos laoborales en relación con los idiomas, como ingenieros del tratamiento automatico des los idiomas o de la señaletica multilingue; como intermediarios lingüísticos y culturales para las empresas que quieren abrir nuevos mercados o para las empresas internacionales que estan en relación con otras del mismo grupo en varios paises …

 Tercero, sacar los idiomas de la lista de las diciplinas escolares tradicionales para poder manejar mejor los factores de cualidad del aprendizaje ( espacio; quantitad de horas; quantidad de alumnos; objectivos de comptencias variables en varios idiomas, al contrario de la busqueda idealizada del equilingüísmo con la lengua materna; tratar de educar a la lenguas en el primario como actividad de descrubrimiento incluindo lenguas europeas, asiaticas, autochtonas…).

 Quarto, proponer en el secundario tres años intensivos para el inglès (con base metodológica de las academias de lenguas con objectivo de llegar al niveal b2 del referencial europeo por exemplo), y despues un año de intercomprensión entre lenguas romances con objectivo en 60 horas de ser capaz de comprender en tres idiomas (español, portugués, francés), las tapas y contra-tapas de diarios. Para el resto del percurso, el alumno elije : o de aprofundizar inglés, portugués, francés, o de descubrir un otro idioma, aleman, italiano o lengua autochtona.

 La interculturación es una consecuencia de los intercambios y una de las condiciones necesarias para el desarrollo humano, social, científico e económico. Y el interlingüismo es una consecuencia a la vez y un medio de la interculturación y del desarollo. Ingalterra cobra 12 % de su PIB con el turismo lingüístico, y España quasi 7%. El advantage calculado a corto plazo por un pais tener su idioma como lengua hypercentrale mundial, representa dos puntos de PIB. Si la Unión Europea decidía de traduzir en sus 25 idiomas oficiales, todos los documentos produzidos y los discursos, el gasto maximo sería menos que el precio de dos cafés por año y por cidadano. Podemos decir que, el conjunto de las prácticas lingüísticas globales que incluyen los intercambios reales en todos los idiomas, las ofertas de lenguas son una de las bases de la calidad política de los informes sociales y de la productividad económica.. Asi, la lenguas tienen un papel organizador en las sociedades, asi la enseñanza y el aprendizaje son unas de las claves de la gestión de las actividades humanas en la ciudad plurilingüe. Lo que plantea directamente la cuestión de las políticas lingüísticas públicas y de las responsabilidades de los actores éconómicos.

 A continuación, pretendo enfatizar la diversidad linguistica como capital y como inversión, tomando cuenta que el aumento de las posibilidades de contactos entre los idiomas deberían favorecer una perspectiva de políticas interlingüísticas.

 3.La diversidad como capital y como inversión para políticas interlingüísticas

 La diversidad comienza en este momento, aqui donde hablo yo.

¿Se nos reúne aquí para hablar de las lenguas en Chile, pero es que hablamos de la misma cosa? ¿Cada uno tiene la misma percepción del idioma ¿

¿Que es el francés? ¿Que que el portugués? ¿Que es el italiano? ¿Que es el español, el inglés o el aleman ?

 ¿Que es una lengua si no una determinada manera de hablar que lo se puede definir por características comunes?

 Algunos de ustedes son profesores de francés, de inglés, de aleman, de portugués u de otra lengua, que hablan a la vez estas lenguas de manera tan similar y de manera tan particular, tan diferente:

  • de la manera de hablar francés de los Franceses, de los Suizos, de la del Quebec, del Senegal u del Líbano;

  • de la manera de hablar el inglés de Londres, de Dallas, de Accra u de Singapur ;

  • de la manera de hablar portugués de los Portugueses, de los Brasileños del norte, de los Brasileños del sur ;

  • de la manera de hablar un aleman de alemaña, u un de Suissa.

Dentro de cada estas lenguas, las características comunes no se oponen siempre radicalmente a las características distintivas. Características comunes coexisten con las características distintivas. Coexisten en la intercomprensión EN las lenguas que se diversifican (como entre el español de Madrid y el de Santiago), y coexisten tambien ENTRE las lenguas.

La diferenciación es gradual por contactos interlingüísticos. Lo que se llama ingles, aleman, portugués, español, francés, italiano, árabe e hebráico, solo es una mayor o menor relación entre características comunes y características distintivas más o menos ampliadas por las prácticas culturales y las representaciones.De manera paradoxal podemos decir que podemos estar unidos con idiomas distintos (lo que unen en la lenguas romances por exemplo), e as vezes divididos por la misma lengua (caso de los suisos, belgos, franceces, quebequenses cunado no se entienden).

 Esto por supuesto lo saben, pero queria llamar la atención sobre el carácter gradual de estas diferencias. Carácter que debe hacernos reflexionar a lo que nombramos « lengua », en relación con otras lenguas. Al no oponer las lenguas, estamos en una perspectiva de parceria linguística, y tambien de no oponer los aprentisajes de lenguas. Quizas podemos decir que la unicidad antropológica que caracteriza el ser humano es una unicidad plural. Unicidad en la necesidad de organisar el mundo (Homo políticus), capacidad a producir lenguaje, lenguas frases, textos (Homo loquens) e necesidad interaccional (Homo económicus). Pero pluralidad en la maneras de hacer lo.

 Queda por saber si esta diversidad es una desventaja o una ventaja. Para mí es también un capital. Quería plantear que esta defensa de la unicidad plural como capital no es una posición ideológica, sino un principio pragmático.

 Trabajando con los idiomas, seamos tanto pragmáticos como los economistas que nos imponen muchas de las orientaciones políticas. Defendamos la diversidad, no solamente por principio idealista sino porque representa el mejor factor de desarrollo económico y social. La acción en favor de las lenguas no debe ser un planteamiento patrimonial de protección que se tornaría contraproducente.

 Una lengua no puede agotar las maneras representar la realidad del mundo. Unas lenguas tienen singular, dupla, plural hasta quinze, plural general. Unas lenguas colocan el adjectivo antes del substantivo, otras lo colocan despues : así la forma mesa verde es distincta de la forma green table, porque colocando el elemento variación (el color), antes del elemento de estable (la cosa designada), la lengua inglesa enfatiza de una cierta manera la variación, y al contrario, el español y los otros idiomas romances, que colocan el elemento estable antes, enfatizan la estabilidad. Dos maneras de interpretar el mundo.

 Lo que aprendemos a conocer de la medicina china por ejemplo (que es radicalmente distincta de la medicina, es porque esta medicina, radicalmente diferente de la medicina occidental, ha podido elaborarse desde siglos en una tradición de pensamiento y lengua. ¿Como saber bien del poder curativo de los miliares de plantas de Amazonia, sin estudiar como los indianos las designan, muchas veces con nombres que dicen ya para que pueden servir ?

 Por suerte, aprendemos muchas cosas sobre las capacidades enormes de las tecnologias de la comunicación, porque se desarollo con el inglés, lengua perfectamente adaptada a una economia dede medios (como la ausencia de dinsticción de genro (entre feminino y masculino). Esta comunicación eletrónica rápida ayuda el desarollo, pero no podemos decir que la la ausencia de dinsticción de genro deberia ser la única manera de describir y explicar el mundo.

 Los gastos escolares serían menores si, en vez de tentar de enseñar un solo idioma, durante ocho, diez o quatorze años, a razon de una o dos horas semanales, por grupos de 35, entre un curso de matémáticas y un otro de historia, sin objectivos de comptencias bien definidos, podiamos reorganizar el sistema escolar, empezando por la exposición de los alumnos a varios idiomas bajo formas variadas, continuando por competencias parciales. Es interesante ver que las poblaciones expuestas muy pronto a las situaciones multilingües no tienen ninguna inhibición que intentar comunicar con lenguas en las cuales no tienen ninguna formación académica (es el caso de la India por ejemplo dónde junto a las tres lenguas oficiales, inglesas, indias, tamoul, coexisten decenas de otras lenguas.).

 Pienso que debemos debemos reflexionar para estar en condiciones de proponer una organización modulare de la oferta lingüística en los sistemas educativos. Lo que tiene implicaciones a la vez en las políticas educacional y en las prácticas de clase. Esto que implica pues también la didáctica de las lenguas cuál que sea la lengua.

4. Los discursos sociales sobre las lenguas

 Para terminar, me gustaria abordar el tema de los discusrsos sociales sobre la lenguas. Porque frecuamente, es a partir de un discusrso social cargado de muchas representaciones, que se toman decisiones para la políticas públicas educativas.

Ejemplos:

Hace vinte años, se decia que los padres querian que los chicos aprendan el inglès porque es la lengua de la computación. Hace diez años, era lo mismo pero con la idea que el inglès es el idiona de la Internet. Bueno, sabemos hoy que nunca aprender bien el inglès, fue un limite para los chicos manejar los computadores o entrar en la internet. Es como decir que el francés es el idioma de los derechos humanos, son reprensentaciones que no ayudan a tomar las decisiones adecuadas.

Hace un año, caminando por la calle Florida de Buenos Aires, vi un anuncio sobre la vidriera de una tienda, solicitando : BUSCAMOS VENDEDORA CON IDIOMA :

  • como si fuera posible no tener idioma (nos puede faltar el habla por motivos de enfermedad pero nunca el idioma que se desarolla con el lenguaje) ;

  • como si existiera un solo idioma.

Exactamente lo mismo ocurre en Francia cuando se anuncia alguna decisión política en relación con la enseñenza : los diarios anuncian con grandes títulos : DESAROLLO DE LA ENSEÑANZA DE LOS IDIOMAS EN EL PRIMARIO ; y debajo, con caracteres menores : MAS HORAS PARA EL INGLÉS EN LAS ESCUELAS.

 En Brasil, el mes pasado, me llamo la atencion un anuncio que decia : « Aprenda inglês definitivo ! ».

« Puxa », como dicen los brasileños. Tengo la sensación de no dominar el francés, mi idioma pimero, y yo veo que es posible aprender el inglés definitivo.

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Finalités sociales, politiques et fondements didactiques de l’approche multilingue

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Séminaire PNUD- Programme des Nations Unies pour le développement / Union Latine

L’organisation de l’enseignement et de l’apprentissage multilingue pour adultes

Chisinau – Moldova (26 mars 2004)

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Pour lire le texte de la conférence, cliquez sur le logo PNUD.

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L´état de la langue française dans le monde et les Sommets de la Francophonie
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Patrick Chardenet, directeur délégué « Langue & communication scientifique en français » à l’AUF, était reçu par Denis Miron sur les ondes de Radio Ville-Marie dans l’émission Passeport matin, le 22 octobre 2010. Pour écouter l’entretien, cliquez sur le logo de la radio.

 

 

Le plurilinguisme dans les sciences

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De notre envoyé spécial à Montréal

Les chercheurs du monde entier sont-ils en train de recoller les morceaux de Babel avec le ciment de l’anglais ? Omniprésente dans l’univers des affaires, cette langue l’est aussi, de plus en plus, dans celui de la science. À des niveaux différents, suivant qu’il s’agit de transmettre des connaissances à ses étudiants, de les produire ou de les diffuser dans des publications. Suivant aussi le type de discipline. « En sciences dures, vous ne ferez plus publier personne en français », prévient Évelyne Garnier-Zarli, doyen honoraire de la faculté des sciences et technologie de l’université de Créteil. « Hormis en mathématiques, il n’existe plus de grande revue internationale rédigée dans notre langue », affirme-t-elle sans détour.

La conversion à l’anglais peut, de fait, sembler moins problématique lorsque la langue constitue un « simple » outil de communication et non l’objet même de la recherche. Il n’empêche, le choix de tel idiome au détriment de tel autre n’est jamais anodin, assure Rainer Enrique Hamel, linguiste à l’université autonome de Mexico. « En sciences naturelles, par exemple, les typologies sont basées sur des métaphores. Ne travailler que dans une seule langue, c’est réduire l’amplitude des modèles, c’est appauvrir la recherche », considère-t-il.

Lui-même publie sur son propre site Internet des travaux en espagnol, français, anglais et allemand. « Nous avons pour mission de sauver les anglophones de leur monolinguisme », plaide avec humour cet enseignant-chercheur, l’un des intervenants à un colloque organisé fin septembre à Montréal, à l’occasion du cinquantième anniversaire de l’Agence universitaire de la francophonie (AUF).

Cette rencontre a permis de se pencher sur l’avenir du français dans la recherche. « À ce jour, il serait la deuxième langue, notamment en termes de publications dans des revues avec comité de lecture scientifique », avance prudemment Patrick Chardenet, responsable de l’antenne de l’AUF pour l’Amérique latine. « Serait, précise-t-il, car les Chinois publient de plus en plus, en anglais mais aussi dans leur propre langue. Quantitativement, cette dernière peut, d’un jour à l’autre, devancer le français. Même si pour l’instant, elle n’a pas sa puissance de diffusion. »

Ce qui est sûr, à ses yeux, c’est que pour résister à la déferlante anglophone, le français ne peut rester isolé. « Les Lumières, en voulant faire du français la langue des sciences par excellence, ont apporté une part d’ombre. Aucune langue ne peut épuiser les représentations. Le plurilinguisme représente un état naturel du monde », martèle ce linguiste.

Aujourd’hui, la francophonie représente entre 150 et 250 millions de locuteurs. La lusophonie en compte environ 200 millions et l’hispanophonie autour de 500 millions. « Même si se joue une compétition linguistique, les langues se situant au cœur des enjeux économiques, il existe entre le français, le portugais et l’espagnol une convergence d’intérêts stratégiques », plaide Patrick Chardenet. « Lorsque nous finançons des colloques ou des publications impliquant, par exemple, des universités québécoise, argentine et brésilienne, il serait inconcevable que ces trois langues ne soient pas présentes. »

Ce message n’est pas toujours facile à faire passer auprès de certains partenaires qui privilégieraient volontiers l’usage de l’anglais, dans un but de visibilité. « Mais il ne suffit pas d’éditer une revue en anglais, encore faut-il qu’elle puisse concurrencer les autres, les plus anciennes, les plus prestigieuses, celles qui jouissent d’une grande force de frappe financière et qui se trouvent majoritairement aux États-Unis ou en Grande-Bretagne », prévient-il. « Forcer ou inciter fortement les chercheurs à publier en anglais, c’est placer un certain nombre d’entre eux dans une situation d’insécurité linguistique. C’est aussi provoquer un goulot d’étranglement, parce que tous vont vouloir voir leurs travaux figurer dans un nombre réduit de revues. »

En France, l’Agence d’évaluation de la recherche et de l’enseignement supérieur (AERES), est parfois montrée du doigt. En effet, pour évaluer les unités ou organismes de recherche, elle prend notamment en compte les publications de leurs membres en attribuant plus de poids à celles qui interviennent dans des revues à large diffusion, qui se trouvent être, le plus souvent, généralistes et surtout anglophones.

Didier Houssin, le président de l’AERES, se défend en expliquant que ce mode d’évaluation, qui concerne certaines disciplines et pas d’autres, ne contribue que « marginalement » à renforcer l’anglais comme lingua franca. « Beaucoup moins en tout cas que la volonté des chercheurs d’être lus, écoutés, reconnus », soutient-il.

Une logique assez semblable sous-tend les principaux classements internationaux, notamment celui réalisé de Shanghaï, qui classe chaque année les 500 « meilleures » universités et grandes écoles en fonction de trois critères principaux : le nombre de prix Nobel, le nombre de médailles Fields (plus haute distinction en mathématiques) et les articles publiés dans les revues anglo-saxonnes… C’est pourquoi l’Union européenne cherche à se doter de son propre classement, avec des critères beaucoup plus ouverts.

En attendant, certaines disciplines parviennent à préserver un minimum de diversité linguistique. « Les revues les plus influentes en égyptologie sont aujourd’hui encore éditées en français, en allemand ou en anglais, les langues de ceux qui ont, historiquement, ont développé la discipline », explique Vesela Atanasova, enseignante et chercheuse à la nouvelle université bulgare de Sofia. C’est en tout cas en français que la jeune femme – qui l’an dernier a passé deux semestres à l’université Paris IV – a décidé de rédiger sa thèse de doctorat. « Mon pays compte très peu d’égyptologues de haut niveau », se justifie-t-elle, tout en précisant qu’elle a prévu « une version allégée en bulgare » pour que ses étudiants puissent plus facilement accéder à ses travaux.

L’avenir du français dans les sciences dépend bien sûr du statut de cette langue dans un pays donné. « En Belgique, il arrive, pour des raisons budgétaires, que deux établissements, francophone et néerlandophone, ouvrent en commun une filière », raconte Bernard Leduc, professeur de mécanique à l’Université libre de Bruxelles. « La logique voudrait que les enseignements soient bilingues, français et néerlandais. En fait, ils se font en anglais, une solution de facilité pour contourner nos problèmes linguistiques », déplore-t-il.

La place laissée au français dans la recherche dépend aussi de l’attractivité des autres pays francophones aux yeux des étudiants du monde entier. « Or, la France a aujourd’hui l’image d’un pays difficilement accessible », observe Liliane Ramarosoa, professeur de littérature à Madagascar. « Il s’y exprime une méfiance vis-à-vis de l’immigration. Et il arrive que des visas d’études soient refusés. » À ce jour, nombre d’étudiants malgaches partent poursuivre leurs études dans d’autres pays francophones, notamment en Roumanie ou au Maghreb. Mais à l’avenir d’autres aires linguistiques pourraient, elles aussi, tirer profit de cette frilosité.

(1) On estime qu’aujourd’hui, dans le monde, 2 % des publications scientifiques sont rédigées en langue française.
Dans l’édition 2011 du classement de Shanghai, 21 universités et grandes écoles françaises apparaissent parmi les 500 meilleurs établissements (contre 22 un an auparavant). La première d’entre elles, l’Université Paris-Sud-Orsay arrive en 40e position.
Créée il y a un demi-siècle, l’Agence universitaire de la francophonie, dotée cette année d’un budget de 39,5 millions d’euros, rassemble près de 800 établissements membres répartis sur tous les continents. Elle attribue des bourses individuelles, finance des projets inter-universités et développe des campus numériques dans les pays du Sud.

DENIS PEIRON. Mis à jour le 24/10/11 – 18 H 08

 

 

O plurilingüismo produção, na distribuição e no ensino dos conhecimentos

Segunda a sexta, 21h45

Acompanhamento jornalístico de temas relacionados à educação, ensino superior e vida universitária. Reportagens, entrevistas e discussões conduzidas pelo apresentador Éderson Granetto.

 Le 12 mai 2011, Patrick Chardenet, directeur délégué « Langue & communication scientifique en français » et responsable de l´Antenne pour l´Amérique Latine, du Bureau des Amériques de  l’Agence universitaire de la Francophonie, était reçu par Éderson Granetto sur UNIVESP-TV Cultura. Pour assister à l’entretien, cliquez sur le logo TV UNIVESP.

tvcultura

 

 

« El portugués, el español, el francés, lenguas de futuro en la enseñanza superior y la investigación científica »; « O português, o espanhol, o francês, línguas de futuro no ensino superior e na pesquisa científica »;  » Le portugais, l’espagnol, le français, langues d’avenir dans l’enseignement supérieuret la recherche scientifique « 

Colloque « Le 23 mars 2011, l´ouverture officielle à São Paulo, de l´Antenne pour l´Amérique Latine, du Bureau des Amériques de  l’Agence universitaire de la Francophonie donnait l´occasion à une centaine de recteurs, responsables des relations internationales, enseignants-chercheurs, partenaires de l´AUF, de débattre en intercompréhension (chacun s´exprimant en espagnol, français ou portugais), de la diversité culturelle et linguistique dans la production, la diffusion et l´enseignement des connaissances. Voir l´article du Jornal da UNESP en cliquant sur le logo ci-dessous.


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Séminaire sur les langues en Caraïbe (interlinguisme et intercompréhension)

La Conférence des Recteurs et Présidents d’Université dans la Caraïbe (CORPUCA), l’Agence Universitaire de la Francophonie (AUF) et les Universités des Antilles et de la Guyane (UAG) et de la Havane (UH), ont organisé à la Martinique, Campus de Schoelcher, du 2 au 5 décembre 2008 un séminaire : « L’intercompréhension des langues dans la Caraïbe: un besoin, un défi ». Objectif général du séminaire : s’interroger sur l’intérêt des méthodes d’intercompréhension pour la communication entre les populations de la Région Caraïbe.

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Pour aborder les enjeux dans lesquels s’inscrit le développement des approches en intercompréhension, je voudrais vous parlez d’un archipel. Le mot vient du grec Archipelagos qui désignait originellement la mer Égée, caractérisée par son grand nombre d’îles . Par extension métaphorique, la notion d’archipel évoque également des phénomènes qui s’inscrivent dans espaces plus ou moins restreints. Par exemple, dans l’étude de l’économie mondialisée actuelle, des géographes tels Pierre Veltz parlent d’une « économie d’archipel » : l’économie mondiale est contrôlée à partir d’un nombre restreint de métropoles bien reliées entre elles par des moyens de communication performants, des voies maritimes aux télécommunications. Ces métropoles apparaissent comme un archipel d’îles isolé sur une mer. Ce qui relie les constituants de l’archipel, ce sont aussi les langues, celles parlées dans chacune de ces îles, celles utilisées dans le liens de communication entre chacune d’elles. On pourrait également parler d’une archipélisation du savoir entre des pôles universitaires bien dotés, reliés par des systèmes compatibles (organisation de la recherche et de l’enseignement), qui facilitent les échanges (processus Sorbonne-Bologne dans le contexte européen et extension du LMD). Ce à quoi renvoie également l’organisation de la recherche en « clusters » (particulièrement pour les laboratoires privés). Les langues n’échappent pas à ce processus d’archipélisation qui tend à modifier radicalement le modèle de contact linguistique tel qu’il s’était construit depuis des millénaires et qui n’avait connu depuis que deux grands types de révolution aux effets relativement lents : les révolutions technologiques de l’alphabet, de l’imprimerie et de l’enregistrement sonore; les révolutions des conquêtes, de la colonisation et de la construction des Etats-nations.

Dans un contexte global de mondialisation des échanges, nous vivons une archipélisation de pôles entre des grands flux qui traversent et dynamisent l’espace mondial, et qui mettent en relation des langues qui hier avaient peu de probabilité d’entrer en contact, en rendant dans le même temps nécessaire une gestion des effets de ces contacts. Les nouvelles pratiques migratoires, les formes de mobilité contemporaines et les échanges virtuels rendent nécessaire un regard approprié sur les phénomènes des langues en contact et de plurilinguisme dans la mesure où elles s’inscrivent dans de nouvelles dynamiques. La hiérarchie des langues entre langue première, langue étrangère instrumentale par nécessité conjoncturelle, langue adoptive par adhésion à une culture, une communauté, ou par une expérience de vie, distribue les langues internationales, régionales et locales dans des ordres moins permanents que par le passé, parfois différents de ceux que constitue le poids des langues (c’est-à-dire un rapport entre leur place les unes par rapport aux autres, et leur nombre de locuteurs). Les répertoires verbaux plurilingues des citoyens se diversifient , qu’ils restent sédentaires physiques mais héros ou victimes de bombardements linguistiques électroniques, qu’ils se déplacent dans des espaces touristiques, qu’ils soient contraints aux mobilités professionnelles, voire à des déplacements contraints par les conflits ou les catastrophes naturelles.

Il se crée ainsi un peu partout de nouveaux espaces d’interlocution et par conséquent, l’appropriation nécessaire par les citoyens de nouvelles compétences leur permettant d’interagir.

 

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(RFO Soir 03/12/2008)

 

 

 

Langues et langages dans la production, la communication, la circulation, l´appropriation et la valorisation des savoirs en francophonie

Colloque “Quelles solidarités scientifiques en francophonie ?”

(du 14 au 15 septembre 2006, Université de Nantes)

L’Université de Nantes a organisé ce colloque, conjointement avec l’Agence universitaire de la Francophonie (AUF), qui a réuni des acteurs internationaux de la francophonie, représentant une quinzaine de pays francophones, autour de la thématique « Quelles solidarités scientifiques en francophonie ? ». Au cours des deux journées, les intervenants ont débattu du concept de solidarité scientifique au sein de l’espace linguistique. Les questions du partage des valeurs, de savoirs et de compétences, de la circulation des chercheurs, de la déontologie de la recherche ou du développement durable y ont également été abordées. « La construction d’une société de la connaissance et de la diversité linguistique et culturelle et le positionnement de l’institution universitaire dans cette société passent par ces interrogations », a souligné la vice-présidente aux Relations internationales de l’Université de Nantes, Olga Galatanu, coordinatrice du colloque.

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Pour des politiques linguistiques universitaires partenaires, entre l´espace lusophone et la Francophonie

Colloque “La Langue Portugaise, le Brésil, la Lusophonie, la Mondialisation”

(du 16 au 18 novembre 2005, Palais du Luxembourg Paris- Mairie de Montreuil)

Le portugais, partage avec l’anglais, l’espagnol et le français, le privilège d’être une langue de communication mondiale, plurinationale et pluri continentale. Ces langues européennes ont, depuis le XVIe siècle, profondément marqué les pays qui les ont adoptées plus ou moins librement. Elles ont influencé les mentalités, les cultures, les économies et le développement, tout en façonnant des sensibilités communes entre pays de continents différents. Elles-mêmes se sont enrichies, notamment au niveau lexical, au contact d’autres peuples, sans que les variantes en altèrent profondément l’unité structurelle. Elles ont ainsi contribué à tisser entre divers pays un lien qui leur permet de se constituer librement aujourd’hui, en ensembles linguistiques, culturels, techniques, économiques et commerciaux. Ces communautés, naturellement réunies par une même langue européenne, se sont parfois données des structures officielles. C’est le cas par exemple pour la Francophonie ou pour la toute jeune Lusophonie créée en 1996, autour de la langue portugaise, la moins connue de toutes en France et de loin la moins enseignée. Ces unions linguistiques respectent chaque partenaire. Elles sont bénéfiques pour chacun d’eux, dans le cadre même de cette communauté mais aussi parfois très largement, à l’extérieur, sur un plan international. Le rayonnement de ces groupes linguistiques, plus technique et économique que culturel, permet aux XXe et XXIe siècles, à certaines de ces langues, comme l’anglais, l’espagnol et le français, de devenir des instruments de communication dans des espaces nouveaux. Un schéma qui jusqu’ici a très peu concerné le portugais. Avec la globalisation économique et le développement des technologies nouvelles comme Internet, le rayonnement de ces communautés linguistiques doit se poursuivre et se consolider. En ce qui concerne les langues latines, elles ne le pourront, à côté de l’anglais omniprésent, que si elles savent établir de nouvelles relations de coopération entre elles. Les espaces qu’elles occupent dans le monde sont suffisamment larges pour être mieux pris en considération par les systèmes éducatifs européens, et notamment français. C’est la prise en compte de l’apparition d’équilibres culturels et économiques nouveaux dans le cadre de la globalisation, sans négliger le respect de l’identité des peuples, qui sous-tend la réflexion que propose ce colloque.

 

 

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